Esta é a “receita” do psicólogo social americano Ron Friedman, especialista em motivação humana.

Os comportamentos e as atitudes dos profissionais ganharam espaço considerável na agenda de debates da maioria das organizações, sobretudo no atual cenário brasileiro, marcado por crise ética e moral.

Como manter a empregabilidade em momentos de crise? Como buscar uma recolocação na atual conjuntura socioeconômica?

O ano está acabando e as pessoas começam a escrever a sua lista de promessas para o próximo. Em virtude do período complicado em que o nosso país está vivendo, a descrença de que as coisas irão melhorar é grande.

Não é derrotando o seu adversário que você conseguirá um “lugar ao sol”, mas sim, respeitando os pontos fortes que ele possui e trabalhando arduamente para criar os seus próprios diferenciais.

Uma palavra “dura” mencionada de forma clara e respeitosa pode ser muito mais “rentável” do que um elogio sem fundamento.

A felicidade pessoal e profissional está diretamente relacionada à necessidade de que todos nós temos de nos sentirmos úteis. Úteis à nossa empresa, úteis à sociedade, úteis ao nosso país, úteis à nossa família.

Trinta e um de dezembro de dois mil e quatorze, praia de Copacabana lotada. Contagem regressiva para o novo ano. E começa o grande espetáculo.

De acordo com o autor Ron Friedman, nos dias atuais torna-se praticamente impossível balancear trabalho e vida pessoal. Na visão dele, isto não passa de um mito.

Salário ou desafios? Quais são os seus motivadores profissionais?